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domingo, 27 de julho de 2014
Elemento nº4
domingo, 6 de julho de 2014
Elemento nº3
Sabe do que essa peça precisa? De brutalidades homofônicas e compactas. Um momento pra parar com a fluidez levinha, e se concentrar em texturas pesadas, densas, e tão cheias de coisas que se movimentam juntas que parecem uniformes. Precisa de um "2 note groove" agressivo, sedutor e assustador. Precisa de uma chuva de pedra.
domingo, 29 de junho de 2014
Elemento nº2
hahahaha, você quer falar de mim, seu pateta? eu sou maior do que a sua imaginaçãozinha. sou tudo e qualquer coisa. envolvo, entranho e fluo por dentro e por fora de você mesmo.
Elemento nº1
terra + fogo = pedra
ar + ar = vento
vento + pedra = areia
fogo + areia = luneta. óculos. microscópio. espelho. copo. garrafa. garrafa quebrada. briga de bar. inteiro sou bonito, liso, curvilínio, se me quebrar eu me aponto e te furo. anel que se quebrou. relógio. parede. espelho falso. janela. tela. fumê. frágil e perigoso.
sou o patrono intolerante da luz e do conhecimento. levo os olhos e as imaginações dos homens cada vez mais longe, e cada vez mais perto. meço coisas, guardo coisas, carrego líquidos preciosos e banais, e torno nítidos os contornos turvos do mundo. leigos me trocam por qualquer substituto barato, mas químicos, alquimistas e magos reconhecem o meu valor.
harpa
sino
piano dedilhado
violino e viola dedilhados
harmônicos de violão
etc
domingo, 20 de abril de 2014
Domingo é dia de missa
Neste sagrado domingo de páscoa, decido abster-me dos meus impulsos carnais e autorais e de quaisquer influências estéticas/espirituais violentas, malévolas ou subversivas, e devoto meu primeiro post neste blog a ser o bom cristão que me ensinaram a ser, em respeito a todas as hóstias que já caguei e a todas as punhetas que já confessei, citando um dos meus trechos prediletos da Bíblia, e uma belíssima oração/canção.
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segunda-feira, 14 de abril de 2014
SUPER SÓ
"Era uma manhã qualquer. Eu estava no balcão de uma padaria esperando sair o meu pão na chapa e meu café com açúcar. Enquanto isso, lia ao comics do Homem Aranha. Eu sempre fui fã dos super heróis. Lanterna Verde, Tocha Humana, Besouro Azul, Batman... E, claro, Mulher Maravilha.
Quando sentou-se ao meu lado uma mulher estranha. Percebi seu olhar curioso sobre mim.
Apesar de gostar de conversar com estranhos, preferi ignorá-la.
De repente, senti um sopro frio na minha nuca e como num passe de mágica, todos haviam desaparecido da padaria. O espremedor de laranja, antes frenético, calou-se. O silêncio era sepulcral. E eu lamentei que meu pãozinho ainda não tivesse chegado. Além de mim, apenas aquela ao meu lado.
Foi, então, que me virei e me deparei com dois olhos azuis muito frios que me fitavam. E, então, ela falou:
Quando sentou-se ao meu lado uma mulher estranha. Percebi seu olhar curioso sobre mim.
Apesar de gostar de conversar com estranhos, preferi ignorá-la.
De repente, senti um sopro frio na minha nuca e como num passe de mágica, todos haviam desaparecido da padaria. O espremedor de laranja, antes frenético, calou-se. O silêncio era sepulcral. E eu lamentei que meu pãozinho ainda não tivesse chegado. Além de mim, apenas aquela ao meu lado.
Foi, então, que me virei e me deparei com dois olhos azuis muito frios que me fitavam. E, então, ela falou:
'Super
Super Só
Prazer em conhecer
Eu sou Super Só
Eu tenho super poderes
Eu posso transformar
Uma noite quente
Num mergulho vazio
Posso transformar
Uma viagem romântica
Num passeio insólito
Posso transformar
O seu namorado
Numa estatua de gelo
Porque eu sou Super
Super Só
Prazer em conhecer
Eu sou Super Só
Eu tenho super poderes
Eu posso trasformar
A sua voz macia
Num uivo longínquo
Posso transformar
A sua infancia
Num tubo de ensaio
Posso sumir
Com seus amigos
No seu aniversário
Eu sobrevôo as multidões
Posso te levar... comigo
Super
Super Só
Prazer em conhecer
Eu sou Super Só
Eu tenho super poderes
Eu posso transformar
Os seus últimos dias
Numa folha em branco
Posso transformar
A sua amante
Numa boneca inflável
Posso guardar
A sua alma
Numa embalagem a vácuo
O meu escudo te protegerá
De todo calor... humano
Só'"
SUPER SÓ
uma canção de Miriam Virna
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segunda-feira, 11 de março de 2013
Pô, amar é importante
Parece que quanto mais destrutivo é, melhor. Quanto mais dói, mais verdadeiro. Isso de pessoa pra pessoa e talvez sem tantas fatalidades. Mas uma coisa é certa, se amar não nos tirasse de onde costumamos estar, ele não seria importante.
Trecho do espetáculo "Janta", de Fernanda Alpino,
com Karinne Ribeiro, Lucas Muniz e público.
Música "Atrás da Porta" de Chico Buarque.
Flagelos que o sentimento mais bonito do mundo causam.
sábado, 9 de junho de 2012
Ser sem medo e viver intensamente (Minha experiência de DJ)
Foi com o “Greatest
Hits”do Gypsy Kings, e o
antológico “Mais” de Marisa Monte que descobri que música é muito mais que uma
sucessão de notas sob um arranjo harmônico. É a manifestação de um sentimento
reprimido, a exaltação de uma voz calada, a vontade de fazer o outro entender
aquilo que a poesia por si só não seria capaz de explicar. E eu devia ter só
uns 7, 8 anos. Estava sacramentada a minha paixão por vinis, cassetes e CD’s.
Daí, tudo virou coleção, teve a fase de músicas infantis
com Balão Mágico, “Trem da Alegria” e os desconhecidos “Os Abelhudos” (vale a
pena conferir). O país se rendeu a batida do axé e o acervo foi crescendo com
Daniela Mercury, Banda Eva, É o Tchan!, Cheiro de Amor, Tonho Matéria. Mas já
exausto do mesmo, tive que buscar o novo no campo internacional, e graças a
Deus, o final dos anos 90 nos agraciou com Britney, Backstreet Boys, Hanson e
outros fenômenos pop. Enfim, poderia divagar linhas e mais linhas sobre meu
histórico musical, mas o que importa aqui é mostrar o quanto o caminho de
construção do meu acervo discográfico foi trilhado sem preconceitos, sempre
buscando o que há de mais sincero na música. (pode até parecer meio utópico
essa babaquice de “sem preconceitos”, mais adiante fará sentido).
Entre festinhas e encontros de amigos, sempre fiquei
encarregado de montar a playlist. E
taí uma função que nunca me desgastou, faço com todo o prazer. Penso na
ocasião, no público, no momento e me deleito horas pensado: “Essa aqui vai
fazer o povo cantar junto, essa vai fazer o povo vibrar, já essa outra é pra
rir mesmo.” Sob o efeito de cervejas e caipiroskas, alguns amigos já cantavam:
“E aí? Quando é que você vai assumir logo o seu lado de DJ?” “Quando é a sua
estréia como profissional?” Após ouvir as mesmas perguntas por tantas vezes,
você mesmo se questiona “Será?” E não deu outra, um amigo de faculdade, sócio
de uma das maiores boates de Brasília (pra mim, a mais divertida e
interessante), me convidou para tocar numa de suas festas. “E aí? Tá afim de
tentar lá na Vic?” Aceitei sem delongas e por um mês, me debrucei sobre o
computador na construção do meu primeiro set: Luv Is A Party That Never Ends. A sorte estava lançada e foi um
sucesso! Após esse, mais convites surgiram e aí veio o We’re Gonna Rock Together, o Na Senzala é Mais Gostoso (pra quem quiser baixar e conhecer o meu trabalho, só clicar no link) até o mais recente, construído em parceria com esse
mesmo amigo, Ricardo Lucas, o London
Fever.
Se me perguntam “que tipo de música você toca?” só tenho
uma resposta: boa! Música boa! Não posso me rotular com um gênero (house, pop,
electro, rock) porque eu não sou assim. Todo estilo tem sua força, sua mensagem
e prender-se a um é ignorar várias preciosidades que podem encantar o público.
SIM! Encantar! Esse é meu maior e principal objetivo, fazer com que as pessoas
não saiam de suas casas para mais uma balada, mas que tenham uma noite
memorável, que desperte conversas e risadas no dia seguinte, que seja motivo de
lembranças por semanas, meses, talvez anos. É assim que se constrói a trilha
sonora de uma vida e se no meu papel de DJ eu puder contribuir com ao menos uma
canção, já sinto que deixei um legado.
Sei que tudo isso pode parecer muito cafona, e de fato é,
porque já não tenho medo de assumir meu gostinho popular. O gosto do povo é
maravilhoso! Foi-se o tempo em que reprimia minha essência para tentar me
encaixar num padrão comum. Foda-se o comum! O único medo que carrego hoje é o
de soar óbvio demais, ser mais do mesmo. Quem tem medo de assumir que curte
Gustavo Lima precisa buscar um terapeuta urgente! Não é que todo mundo é
obrigado a gostar do popular, mas vejo que as pessoas estão sempre preocupadas
em parecer sérias, maduras, cheias de objetivos e acham que isso só é possível
quando se ouve, Chico, Caetano e Maria Gadu. Nada contra esses artistas, eles
tem seu valor. Mas sambar miudinho ao som do Exalta ou ir até o chão quando
toca Gaiola não te faz menos inteligente, nem mesmo imaturo. Pelo contrário, só
demonstra que você se pemite viver intensamente.
Quem me vê tocar deve achar que sou louco, porque eu canto junto, bato
palminha, faço coreô, interpreto, praticamente um performer. E é o que eu quero passar sempre. As boates e baladas da
vida são mais escurinhas para isso, a bebida é só um empurrãozinho para nos
libertar e por aquelas horas sermos quem quisermos ser. Brincar, se divertir!
Enfim, SE PERMITIR! Para finalizar, coloco aqui um pequeno texto que escrevi
ontem, horas antes de entrar em ação como DJ. Serviu para ontem e deve servir
para todos que querem curtir uma boa noite: “Permita-se! Simplesmente deixe o
corpo fluir na batida da música. Divirta-se! Renove-se! SEJA! Sem medo! Aqueles
que apontam, sempre apontarão (Haters
gonna hate). A vida é muita curta para não ser e simplesmente parecer.
SEJA! ENTREGUE-SE! Até o corpo não mais aguentar! E quando a energia chegar ao
fim, lembre-se que o fim é a oportunidade de um novo começo!”
De presente, fiquem com essa música
de um do mais geniais artistas da atualidade, pouquíssimo conhecido, mas que em
suas letras fala muito do que acredito (Tire
minha liberdade/ Me transforme numa memória/ Eu não tenho uma voz / Eu não
preciso de escolhas / Isso não é parte de mim / Isso é quem EU SOU!). Com
vocês, a maravilhosa obra de Frankmusik: I AM
Cézar Almeida é mais um dentre tantos no meio de muitos, mas é só me dar um palquinho que eu te provo que posso ser único.
terça-feira, 5 de junho de 2012
Pensamentos Distraídos Sobre o Teatro
Dividindo no Liquidificador
Os Novíssimos Jovens Artistas do Teatro de Amanhã – o novo de agora já é velho aqui
Pergunta: Como achei este livro
mesmo?
Resposta: Sou um ser em busca de
distração. E poderia pensar que isso é horrível, mas não. Assim é o mundo.
Isso
acabou me fazendo pensar mais uma vez no bom é velho teatro. Que distração
formidável! Pode ser a distração de uma vida inteira para alguns. Mas será que
a palavra distração pode soar
negativa para a classe artística teatraI? Isso é muito cruel. Ora, o teatro não
se faz mesmo no encontro de imaginações se distraindo em criatividades e
estórias. E esse assunto é muito sério. Pessoalmente penso que repreender
a distração castra a criatividade
(artista) e ao mesmo tempo desestimula a autonomia (espectador) de dedicar seu
tempo a uma atividade sem fins lucrativo. Como diria um amigo Palhaço `` e o engraçado é que é sério``.
Pensar
distraidamente sobre a teatro me leva para o futuro. Sim, quando estudo teatro
no passado só faço análises. É bom, mais cansa.
Distraída penso sempre no que vai acontecer. No depois. È o
cientificismo. O mistério da vida é o mesmo do teatro: O que vai acontecer no
próximo ato ?! E quanto maior o mistério ou melhor a questão.
Vejamos, uma pergunta realmente difícil para o
teatro...
.
.
...
Sim! Achei como
será o teatro de amanhã? Aquele teatro lá no futuro, que os netos dos nossos bisnetos
possivelmente verão. Se é difícil
imaginar como será o mundo depois do dito``2012`` ou Brasília depois da copa,
vai lá dizer o teatro do futuro. Mas, uma coisa é certa, se o mundo não passar
por uma guerra atômica ou for atingido por um meteoro à la melancolia , o teatro vai continuar por ai, e assim sendo,
continuará mudando. E como será o teatro no futuro? E os Artistas de teatro do
futuro?
Outra coisa também é certa, são muitas perguntas para uma distração descompromissada. Agora vou procurar algo cult, científico, compromissado para me distrair.
Zizi Antunes
terça-feira, 8 de maio de 2012
Criatividade, opções, dúvidas e decisões
De que adiantam tantas referências escondidas e puramente conceituais? Ai, saco. A gente pensa, "será que todo mundo entende"? Não sei. Mas acho que isso não importa. Trabalhamos por vários e vários tempos do dia, semana, mês, ano, pra fazer um produto minimamente interessante às pessoas, aos alvos. Conversamos, discutimos, refletimos, filosofamos sobre tantos mínimos detalhes, tantos momentos de 2 segundos, pra ver quais são as melhores opções. Escolhemos certas coisas que demoraram as ser o que são.
Tenho acreditado que um ponto da arte, além de todas um monte de milhões de coisas, seja medida pelo medida pelo gosto do artista. Claro. Talvez, não novidade. Mas o artista precisa tomar decisões. O ator precisa decidir por certas formas de demonstrar tal coisa (coisa é uma coisa bem ampla), optar por certos movimentos o tempo todo, a cada segundo. Talvez, um artista reconhecido, seja aquele que sabe tomar decisões. E, antes de tomar decisões, ele precisa ser criativo pra ter várias opções pra poder decidir. Cabe ao artista ter a criatividade de escolher a coisa certa a se fazer dentre tantas opções. Na verdade, prefiro não falar "a coisa CERTA a se fazer". Não quero entrar na discussão de certo e errado, bom e ruim, bonito e feio. Deixa isso pra lá.
Ter dúvida, pode ser que sejam no mínimo duas certezas numa mesma pessoa. Eu tenho sempre várias certezas, ou seja, muitas e muitas dúvidas. Mas eu tive que decidir por elas. Fazer parte de um grupo é uma certeza. Fazer um espetáculo, acumula milhões de certezas (entre outras dúvidas que permanecem, claro). Muitas e muitas decisões! E, como já disse, um grande PROCESSO pra chegar em decisões que acreditamos ser certeiras. Cada palavra, cada gesto, cada jogo, cada canção. Gosto de processos e gosto também do "jogo rápido".
Agora, não tem como investir no processo de um "textículo" de blog, porque tem um velho senhor bêbado jogando uma voz bem rouca e bêbada direto no meu ouvido, me perguntando sobre milhões de músicos brasileiros, me perguntando como eles morreram. Às vezes sei, às vezes não sei, às vezes respondo. Perdi a concentração. Mas ficam registrados um pouco de blá blá blá's filosóficos e bem fresquinhos.
Google Imagens: CRIATIVIDADE, OPÇÕES, DÚVIDAS E DECISÕES
EU ESCOLHI --->
Um dia escolhemos esta canção abaixo. Quanto ao processo de sins ou nãos sobre essa decisão, fica pra próxima semana, ou não.
Inspiração inicial que tinha tudo a ver no filme "Matador", do meu querido Pedro Almodóvar.
Tenho acreditado que um ponto da arte, além de todas um monte de milhões de coisas, seja medida pelo medida pelo gosto do artista. Claro. Talvez, não novidade. Mas o artista precisa tomar decisões. O ator precisa decidir por certas formas de demonstrar tal coisa (coisa é uma coisa bem ampla), optar por certos movimentos o tempo todo, a cada segundo. Talvez, um artista reconhecido, seja aquele que sabe tomar decisões. E, antes de tomar decisões, ele precisa ser criativo pra ter várias opções pra poder decidir. Cabe ao artista ter a criatividade de escolher a coisa certa a se fazer dentre tantas opções. Na verdade, prefiro não falar "a coisa CERTA a se fazer". Não quero entrar na discussão de certo e errado, bom e ruim, bonito e feio. Deixa isso pra lá.
Ter dúvida, pode ser que sejam no mínimo duas certezas numa mesma pessoa. Eu tenho sempre várias certezas, ou seja, muitas e muitas dúvidas. Mas eu tive que decidir por elas. Fazer parte de um grupo é uma certeza. Fazer um espetáculo, acumula milhões de certezas (entre outras dúvidas que permanecem, claro). Muitas e muitas decisões! E, como já disse, um grande PROCESSO pra chegar em decisões que acreditamos ser certeiras. Cada palavra, cada gesto, cada jogo, cada canção. Gosto de processos e gosto também do "jogo rápido".
Agora, não tem como investir no processo de um "textículo" de blog, porque tem um velho senhor bêbado jogando uma voz bem rouca e bêbada direto no meu ouvido, me perguntando sobre milhões de músicos brasileiros, me perguntando como eles morreram. Às vezes sei, às vezes não sei, às vezes respondo. Perdi a concentração. Mas ficam registrados um pouco de blá blá blá's filosóficos e bem fresquinhos.
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EU ESCOLHI --->
Um dia escolhemos esta canção abaixo. Quanto ao processo de sins ou nãos sobre essa decisão, fica pra próxima semana, ou não.
Inspiração inicial que tinha tudo a ver no filme "Matador", do meu querido Pedro Almodóvar.
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domingo, 29 de abril de 2012
Um Setlist FLAMENCO BREGA-POP
Quem viu a peça percebeu que nós temos um gosto musical um tanto quanto peculiar. Na verdade a nossa seleção de músicas é motivo de orgulho para todos nós. Então, para quem também gostou das músicas, ai está nosso setlist!
01 - Innuendo - Queen
02 - House of the Rising Sun - Santa Esmeralda (a versão original é conhecida com o The Animals)
03 - Rodrigo y Gabriela
03 - Rodrigo y Gabriela
04 - Baila Me - Gipsy Kings
05 - Marina - Gipsy Kings
06 - Sound of Silence - Simon and Garfunkel
07 - Como Tu - Alabina & Gipsy Kings
08 - No Wow - The Kills
09 - I Would Never Wanna Be Young Again - Gogol Bordello
10 - The Shadow Hunter - Angra
10 - The Shadow Hunter - Angra
11 - A Rita - Chico Buarque
12 - Me Haces Daño - Usurpadora (Instrumental, tema romantico de Paulina - CD A Usurpadora)
13 - Espérame en el cielo - Mina
14 - House of the Rising Sun - Santa Esmeralda
(MUSICAS INCIDENTAIS - Curiosidades)
-Vilela e Camilo tocam no início da peça Beijinho Doce - Almir Sater, Espérame en el cielo - Mina e Nantes - Beirut.
-A caixinha de música da Cartomante toca My Way - Frank Sinatra
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quinta-feira, 29 de março de 2012
Não é punk
Get Innocuous!
Home- home in the late-night
and away- away in the half-life
except Saturday- crushed by the boring
until played and plagued again by the tourists
when once you had believed it
now you see it's sucking you in
to string you along with the pretense
and pave the way for the coming release
alone and prone in the half-light
and late- late to the real-life
if you find a way into the gold rush
you will stay until the morning comes
you can normalize
don't it make you feel alive
Get Innocuous!
quinta-feira, 22 de março de 2012
Serial Jake.
KKKKKKKILL THE HIPSTERS
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terça-feira, 13 de março de 2012
Yokokiss
Hoje ainda é meu dia.
CANÇÃO DE YOKO ONO QUE TEM PARTICIPADO DO MEU MEIO AMBIENTE. É DO ÁLBUM Walking On Thin Ice DE 1992.
CANÇÃO DE YOKO ONO QUE TEM PARTICIPADO DO MEU MEIO AMBIENTE. É DO ÁLBUM Walking On Thin Ice DE 1992.
domingo, 11 de março de 2012
Grunge
Post dedicado ao Grunge.
Tem gente que considera o Kurt o maior bosta da história do rock, e que ele destruiu o "rock de raíz" desaguando no mélacueca Indie de hoje em dia. Talvez estejam certas, mas eu não consigo deixar de gostar de muita coisa daquele Seattle Sound. Vejo muito como uma continuação da "linhagem" de bandas punk rock.
ps: o pearl jam é uma bosta.
ps2: o alice in chains é do caralho!
Tem gente que considera o Kurt o maior bosta da história do rock, e que ele destruiu o "rock de raíz" desaguando no mélacueca Indie de hoje em dia. Talvez estejam certas, mas eu não consigo deixar de gostar de muita coisa daquele Seattle Sound. Vejo muito como uma continuação da "linhagem" de bandas punk rock.
ps: o pearl jam é uma bosta.
ps2: o alice in chains é do caralho!
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terça-feira, 6 de março de 2012
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Cocaína, as coisas mudam.

Pequena carta a Bob Dylan:
"Sempre fui apaixonada por você. Obrigada por ter me libertado das amarras psicoburguesas dos consultórios de psicologia. Lembro exatamente do dia que te ouvi demais e tive que parar pra ir para a terapia. Estava na parada de onibus, fumando um cigarro de menta ruim e pensando "que merda é essa?". Sentei e escrevi a minha demissão daquele mundo de auto-ajuda, busca insana por felicidade e cura, onde você acaba caindo em um buraco de tentativas de auto resoluções e continua vivendo a mesma merda de vida de sempre. Sempre em busca de algo melhor do que aquilo que já se é. Sempre melhor. que porra é essa. rs. Você me causou uma perda de ilusão e eu te agradeço por isso. Acho que a psicologa levou a mal, pensou que eu estava debochando dela, coitada. Obrigada por seguir vivendo. Meu amor por você é ultra-romantico. Nos vemos dia 17.
Muito love muita paxion,
Karine Ribeiro, 29 de fevereiro de 2012."
Escutem: http://grooveshark.com/#!/search?q=bob+dylan
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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Cadernos - Diário de Bordo
Nós do Grupo Liquidificador estamos na primeira fase da criação do espetáculo Ultra-Romântico (ou Ultraromântico, ou Ultra Romântico). Ou pode ser o segundo, levando em conta todo o trabalho (árduo) de escrever um projeto que fosse contemplado por apoios financeiros e promocionais, propagandistas. Toda uma burocracia para sobreviver, para um espetáculo nascer.Voltando à primeira (ou segunda) fase da criação do espetáculo, creio ser muito importante cada momento ser registrado. Além de registrar com fotos, vídeos, gravações de áudio, é muito importante a presença do DIÁRIO DE BORDO. Eu acho magnífico. Ele registra coisas além do que são reais, porque vem do nosso ponto de vista... E nem sempre o nosso ponto de vista particular é carregado de realidade... Bastante, magistralmente, colossalmente, carregado de informações lunáticas, subliminarmente subjetivas... Legais.
O diário de bordo é livre. Podemos fazer o que quiser com ele. E no final, ele pode acabar se tornando uma obra de arte. Uma peça rara que contém material vivo e lúdico sobre um espetáculo teatral, ou qualquer obra de arte. E aconselho.
Essa é a capa do meu DIÁRIO DE BORDO
Google Imagens: Diário de Bordo
Escolha uma
Mudando de assunto, semana passada eu falei sobre Fanzine no post SOFRIMENTO. Antes desse post, numa assembléia sobre o FAC (UAU!), fiz um fanzine. É a primeira edição semanal de fanzines LIQUIDIFICADOR sobre o Grupo e sobre o mundo que arrudeia. Como li em alguma lugar... "Feito por Punks, para os Punks". Que seja. Ainda me aperfeiçoarei e vai ficar mais bonitinho. Edição n°1. Uma notícia, um quadrinho.
Essas coisinhas bacanas punk-pops. Leiam "A Filosofia do Punk", de Craig O'Hana
Outras alegrias que têm influenciado o meu meio ambiente: Di Melo. Pesquisa youtube:Di Melo
PS: Essa noite sonhei que estava numa reuniãozinha noturna tranquila num apErtamento da 707 norte com Ângela Rô Rô e Tim Maia. Eu pedia pra eles cantarem e a Ângela ficava com vergonha. O Tim mandou eu aprender a psicografar... Eu tentei escrever exatamente uma frase que ele tava falando pra gente treinar, mas eu fui muito devagar e n]ao consegui pegar toda a informação. Sonho cult sebento.
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domingo, 26 de fevereiro de 2012
MINIMAL
Faça você mesmo sua música.
E perca muito tempo com este brinquedo viciante.
Minimal Techno ou simplesmente Minimal é um estilo de música eletrônica, geralmente considerado como o sub-gênero minimalista derivado do techno.
É caracterizado pela repetição de batidas e sons, ou seja, pelo uso de
um minimo de elementos de composição. Normalmente associado a sons de
origem organica, como pulsação, canto de passaros ou quais quer
elementos sonoros repetitivos. A música minimalista tem por objetivo
desnudar tudo aquilo que nao é necessário para sua composição, desse
modo a música originada dessa vertente de e-music é constante e
pulsante, vai sendo criada e recriada diversas vezes dentro do mesmo
"seth" musical até se chegar a um apogeu musical no qual os sons
torna-se hipnoticos e induzem o ouvinte a níveis de cordenação motora
distintos de outros tipos de música eletronica, considerada também uma
das vertentes de baixos BPM's mais indutivas a estagios de hipnose, se
aproxima muito do trip-hop.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ai vai uma versão mais elaborada do brinquedo. Chama-se TENORI-ON.
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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Sofrimento
A dor é boa.
Google imagens: SOFRIMENTO
ESCOLHA UMA
fanzine
Segunto o wikipedia, Fanzine é uma "publicação despretensiosa, eventualmente sofisticada no aspecto gráfico, dependendo do poder econômico do respectivo editor (faneditor)." É uma abriviação de fanatic magazine. A galera do Movimento punk "de raiz" fazia muito Fanzine como forma de Divulgação dos eventos e notícias, como um jornal. Feito de punk pra punk sobre punkS. E punk que é punk fala melhor sobre o punk do que os jornais normais normaizinhos, Assim como eu que não sou punk. Posso fazer um Fanzine também, mas sobre outras coisas das quais Posso falar com muito mais certeza, com muito menos hipótese.
Google imagens: FANZINE
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Postado por Kael Studart
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