sábado, 9 de agosto de 2014

OFICINA GRATUITA próximo sábado (16/08/2014)

O Grupo Liquidificador realiza no próximo sábado, dia 16 de agosto, oficina de improvisação teatral. O minicurso será das 09h às 13h, ministrado por Fernando Carvalho e Karinne Ribeiro, na sala B1-59, do Departamento de Artes Cênicas da UnB. São, ao todo, 30 VAGAS. A inscrição é gratuita e deve ser feita pelo e-mail oficina@grupoliquidificador.com.

A improvisação teatral, tema da oficina, faz parte do processo de criação do Grupo, responsável por três espetáculos: “A Cartomante”; a peça-festa “Ultra-Romântico”; e "Aquário", que tem parceria com a diretora Ana Flavia García e estreia em setembro de 2014.

Oficina de Improvisação Teatral
Dia: Sábado, 16 de agosto de 2014
Horário: de 9h as 13h
Local: Dep. de Artes Cênicas UnB - Sala B1-59

Mais informações: (61)9633-8711 / (61) 81671345

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Quem Foi a Orca Que Me Pariu?

As orcas, ou baleias assassinas, são inteligentes. Têm mais partes de cérebro que os humanos. Algo ainda mais ligado às emoções e sentimento de família. Em tribos, ou países distintos, elas se organizam em sociedades matriarcais com organizações diferentes, hábitos diferentes, e até linguagens diferentes. Um bebê orca cresce ao lado da mãe, enquanto os machos vivem marginalizados. Eles vivem em torno de 50-60 anos. Elas podem passar dos 100 anos de idade.
Para uma baleia assassina viver em um aquário, ela precisou ter chegado quando criança, ou nascido lá. Uma adulta crescida no mar, nunca se deixaria ser adestrada. Portanto, seus bebês são os artistas mais talentosos de um aquário.
Ingênuos, curiosos e saudosos, o bebês assassinos crescem longe de casa em um lindo castelo muito, muito distante. Eles podem brincar com vários humanos e crescer junto com baleias gringas das mais variadas tribos e nacionalidades. Os habitantes deste aquário não falam a mesma língua, não têm os mesmos costumes e não são sua família. Essa baleia não é a minha mãe!
Entre as orcas de aquário, pode rolar uma panelinha aqui, outra ali, e um bullyng acolá. Se as fêmeas se juntarem, o que é bem provável acontecer, o macho sozinho viverá em estado de alerta. Em alto mar, caso aconteça algum desentendimento, ele pode muito bem dar um tempo na pedra que tem bem ali a 78km e esperar a poeira baixar pra poder voltar. Viver numa boa. Num aquário, ele não terá para onde ir e viverá ou sendo hostilizado e machucado, ou viverá isolado sendo masturbado por humanos para poderem fazer novos artistas mirins, que viverão de 25-30 anos.
Orca que me pariu!
Quem foi a porca que me pariu?
Irritados e frustrados com tanto vidro, água, pedra e carne, eles já atacaram inúmeras vezes treinadores respeitados. Durante ataques, seus amigos pensavam: "Puts grila. Meu amigo já era." Quem entende, sabe que não foi acidente.
------ Resumo do documentário BLACKFISH