quinta-feira, 13 de outubro de 2016

"Oco do oco do sem fim do mundo" ou o post que eu queria antes do BUG!

Perguntas a quem puder respirar...

Em quantas selfies você já apareceu sem querer?
O que as suas câmeras estão vendo agora?
Imagina se por aí andasse um outro de você, quase igual a você, mas com pé de animal? Se você anda  o tempo todo de sapatos é perigoso que nem saibam que é esse quando ele não for você... é por isso que ninguém posta foto do pé na foto de perfil?

Quais seus rituais caseiros ou cotidianos? Quantas vezes você confere o gás? Já voltou para ver se a janela estava aberta e ela estava fechada? Parece que se você tem um número tal de louças que encaixam na lava-louças você vai ter sorte financeira! Hm! Mas eu nem tenho lava-louças... seria eu desperdiçando a sorte?

Quem somos nós? Seríamos esses do face? Seria a tecnologia agindo na expansão do nosso corpo? Por que o meu corpo físico é mais concreto que o meu corpo virtual? Eu tenho um corpo virtual?


"O oco do oco do sem-fim do mundo..." ou Bug no PC e no Cel e falha do post!


SOCORRO!
 é um segundo post
Dominado por erros tecnológicos que não consegui reverter!
Seria aceitar ? Ou apagar e recomeçar um post organizado?
Acho que tem uma imagem perdida por aqui,
acho que não lido bem com a frustração de não ter o domínio do post!

Experimento agora este estado de não domínio do post, talvez eu faça dois! 

SOCORRO!
Esse E ao lado não consegui apagar!


SOCORRO!

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Doppelgänger


Digita no barrinha do Google 'dopleganger'
Enter
Google corrige a grafia e...
Exibindo resultados para doppelganger 
A primeira coisa que aparece é, lado a lado, uma foto do Obama e de um carinha muito parecido com o Obama.
Que banalidade não é isso que eu preciso. 
Uma definição logo abaixo das fotos...
Doppelgänger é uma lenda germânica que fala da existência de uma criatura, que tem a capacidade de se transformar em um “clone perfeito” da pessoa, uma cópia idêntica, imitando inclusive características emocionais mais profundas.O nome Doppelgängerse originou da fusão das palavras alemãs doppel(significa duplo, ...
Ok, isso já me interessa mais. Clica no link referente a definiçãohttp://www.eutanasiamental.com.br/2013/02/a-lenda-do-doppelganger.html
O banner e título do site passam pouca credibilidade. Processegue a leitura. Muitas fotos de celebridades. Pouco texto. Voltar. Resultados da busca. Nada passa muita credibilidade. Vamos de Wikipedia. Em inglês deve ser mais completo.

Doppelgänger - Wikipedia, the free encyclopedia

https://en.wikipedia.org › wiki › Doppelg...
In fiction and folklore, a doppelgänger or doppelga(e)nger is a look-alike or double of a living person, sometimes portrayed as a paranormal phenomenon, and is usually seen as a harbinger of bad luck. In other  ...

Clica


Doppelgänger




Má sorte, gêmeos do mal, pula a parte da gramática, lê direto a mitologia...

The application by English-speakers of this German word to the paranormal concept is relatively recent; Francis Grose's Provincial Glossary of 1787 included the term fetchinstead, defined as the "apparition of a person living." A best-selling book on paranormal phenomena, Catherine Crowe's The Night-Side of Nature (1848), helped make the German word well-known. However, the concept itself, of alter egos and double spirits, has appeared in the folklore, myths, religious concepts, and traditions of many cultures throughout human history.[3]
In Ancient Egyptian mythology, a ka was a tangible "spirit double" having the same memories and feelings as the person to whom the counterpart belongs. In one Egyptian myth entitled, The Greek Princess, an Egyptian view of the Trojan War, a ka of Helen was used to mislead Paris of Troy, helping to stop the war.[citation needed]
In Norse mythology, a vardøger is a ghostly double who precedes a living person and is seen performing their actions in advance. In Finnish mythology, this is called having an etiäinen, i.e., "a firstcomer".[citation needed]
In Breton mythology as well as in Cornish and Norman French folklore, the doppelgänger is a version of the Ankou, a personification of death.[citation needed]

Agora sim, a presença do mito em outra culturas. Muitas interpretações mais ou menos a mesma ideia.  
Mas ainda nada sobre a origem desse mito específico. O artigo segue. Lê por alto. Não interessa muito .
Digita na barra de busca outro palavra errada. Buscando a origem do Doppelgänger.  
Escolhe um, clica.



6 de jul de 2014 - Perhaps the most well-known reference to spirit doubles or 'alter egos' is the doppelgänger, a word still used today to refer to a person that is physically or behaviourally similar


[http://www.ancient-origins.net/myths-legends/doppelgangers-and-mythology-spirit-doubles-001825?nopaging=1

A mesma imagem do artigo da Wikipédia. Lê por alto, muitos textos iguais. 
O que veio primeiro o ovo ou a galinha?  
Uma informação nova. 
Os Doppelgängers não produzem sombra. E além de serem um mal agouro e poderem significar até a morte eminente, eles podem aparecer para dar conselhos, mas cuidado, esses conselhos podem ser maliciosos. Existe também um risco de plantarem ideias sinistras e causarem grande confusão ao seus equivalentes vivos. Por isso é recomendado que não se comuniquem com seus Doppelgängers.
O artigo segue falando das supostas aparições de Doppelgängers na vida real, e de aparições em obras de ficção.  

Pesquisar:

∞ Egito antigo - Ka
∞ Mitologia Nórdica(?) - vardoger
∞ Mitoliga Finlandesa - etiainen
∞ Ankou
∞ Escócia - trows
∞ Hopi - child of the sun, child of the water
∞ Ahura Mazda e Angra Mainyu




Percy Shelley's drama Prometheus Unbound (1820) contains the following passage in Act I: "Ere Babylon was dust, / The Magus Zoroaster, my dead child, / Met his own image walking in the garden. / That apparition, sole of men, he saw. / For know there are two worlds of life and death: / One that which thou beholdest; but the other / Is underneath the grave, where do inhabit / The shadows of all forms that think and live / Till death unite them and they part no more...."[1



     

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

a grande novidade


um mundo novo que se abre. pessoas novas, locais novos, universos novos. um processo de criação é sempre um mergulho profundo que, às vezes, até sufoca e dá desespero. às vezes dá vontade de voltar a superfície pra tomar um ar, dar um tempo e mergulhar de novo. às vezes você fica ali embaixo mesmo porque já sente o total envolvimento e delícia que é estar imerso num processo criativo que te abre as mil possibilidades da vida na arte ou arte na vida, ou enfim, vid'arte. e isso serve para mostrar o quanto somos mesmo infinitos. a tecnologia tem nos unido, tem sido o ponto cerne das nossas questões. o lado psicodélico de cada um tem aparecido, assim como nossas interfaces, nossos ocos. a vida mediada pelas redes sociais. taí um campo completamente novo pra mim. não na vida, porque convivemos com isso o tempo todo, ora em formato de crises existenciais, ora em formato de diversão, ora entretenimento, ora total interesse e curiosidade. mas um processo criativo que verticaliza essas questões é minha grande novidade. meu teatro é artesanal, é cru, é clean. é o ator em cena com toda sua versatilidade e repertório de vida e nada mais. é nada! mentira! é isso também e mais uma tonelada de outras possibilidades. é isso que tenho sentido, somos uma tonelada de possibilidades. e neste momento meu coração se abre pro high-tech. 
.
.
.
.
.
.
.
                    .                   .
                    .                    
                                         .                                        .
.
.
.





domingo, 9 de outubro de 2016

Domingo




Sunday

Nothing remains
We could run when the rain slows
Look for the cars or signs of life
Where the heat goes
Look for the drifters
We should crawl under the bracken
Look for the shafts of light
On the road where the heat goes
Everything has changed
For in truth, it's the beginning of nothing
And nothing has changed
Everything has changed
For in truth, it's the beginning of an end
And nothing has changed
Everything has changed
1st voice (Not chanting):
In your fear
Of what we have become
Take to the fire
Now we must burn
All that we are
Rise together
Through these clouds
As on wings
2nd voice (Chanting):
In your fear
Seek only peace
In your fear
Seek only love
In your fear
Seek only peace
In your fear
Seek only love
In your fear
In your fear
As on wings
This is the trip
And this is the business we take
This is our number
All my trials
Lord, will be remembered

Domingo

Nada sobrou
Podemos correr quando a chuva acalmar
Procurar por carros ou sinais de vida
Pra onde o calor vai
Procure os andarilhos
Rastejemos sob as samambaias
Procuremos pelos raios de luz
Na estrada pra onde o calor vai
Tudo mudou
Pois na verdade, é o começo do nada
E nada mudou
Tudo mudou
Pois na verdade, é o começo de um fim
E nada mudou
Tudo mudou
Primeira voz:
Em teu medo
Do que nós nos tornamos
Leve ao fogo
Agora devemos queimar
Tudo que somos
Se ergue de uma só vez
Através destas nuvens
Como se voássemos
Segunda voz:
Em teu medo
Busque somente a paz
Em teu medo
Busque somente amor
Em teu medo
Busque somente a paz
Em teu medo
Busque somente amor
Em teu medo
Em teu medo
Como se voássemos
Esta é a viagem
E este é o nosso negócio
Este é nosso número
Todos os meus julgamentos
Senhor, serão lembrados
















No filme dirigido por Caetano Veloso (1986) O cinema falado, Antonio Cícero diz:
.
.
Eu sei o que você quer. Eu sei que você representa. Você quer apagar os limites que constituem a sua singularidade imensurável. Essa ilusão doentia de crescer em todas as direções, de vagamente encontrar-se em tudo aquilo que você não é, ou melhor, em tudo aquilo que não é você. Você utiliza a excessiva variedade frouxa, a diversidade complacente em que se tornou a vida nas cidades para fazer de si mesmo uma festa de indefinição e provisoriedade. Você quer ser e não ser e não há questão. Isso é o que você quer.