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terça-feira, 16 de outubro de 2012

O lado amargo

Adoro festas.
Quem me conhece sabe de verdade o quanto eu gosto de dançar e ver a camisa molhando de suor, morrer de rir, brincar e estar com meus amigos.

Lindo! Na nossa festa do bambuzal todos tinham uma função, O Fernando ia vender cocaína russa (e ele gosta disso, kkk). O Tiago ficou por montar tudo. O Kael driblando as intempéries de fazer uma festa no meio do mato. O Glauber idealizando a festa como um todo. Karinne e Fernanda fazendo contas.
E, o lado bom de trabalhar com amigos, é saber que eles te conhecem... Estou dizendo isso, porque minha função na festa era me divertir. Só essa! Me divertir!!! Foi muito legal, me diverti mesmo...

E agora exatamente no meio da minha jornada, eu penso que eu deveria ter aproveitado muito mais esse tempo de divertimento, apenas ele, sem mistificação alguma. Ele por ele. Dança por dança. Beijo por beijo. After sem cálculos.

Pois conhecendo o lado amargo da festa, é sangue por sangue e lodo por lodo. E nada mais além de faíscas.

Alvará, ECAD, Juizado, CONICveidaporra, strobo, DJs, CAIXA, bar, segurança, brigadista, bilheteiro, cabocerveja, traz+cerveja, pau-som, conserta-som, volta-som, consertonão, volta pra o lugar da taverneira, pau-som, sobe-cadeira, ufa,cabô. Reclamam- #cabôbaianidadesporra?, elogiam #poderiatoca+", povoláfora, entrapovo, saipovo, calcula, calcula, apagincêndio. segurançaquercasinha, podenãonein, contratinhoaté7, mandimbora, izadismanda.

E dança... mas com vigor mortis, et nunc. Just dance!!! That's impossible.
Pára pra ver como está a bilheteria, quer cama, sem ninguém, só cama. travesseiro de oncinha peluda e mais nada. Pode não, vai dançar que acorda!

E cá estamos indo pra terceira festa, mais fortes que ontem, mais fracos que amanhã, mas tão fracos quanto um graveto verde de uma goiabeira, que enveeeeeeeeeeeeeerga e volta. O céu é tão cinza e embassado que... porra?!

Exatamente a 01:55 da manhã coloco a música do Evanescence e começo a escrever esse post. Peguete fala comigo no face, "cara, hoje eu num to boa!", ele some. Música que eu usei na minha cena de mulher do comandante, antes disso tudo aqui se tornar realidade. Totalmente equivocada, eu sei, mas me ajuda a sofrer mais rápido, sofro tudo logo de uma vez e nesta última linha as lágrimas já secaram e eu to pronta pra próxima pancada.

Estamos.
Acabando a cada dia, uns dias mais que os outros. Mas hoje ainda estamos juntos...






sexta-feira, 1 de junho de 2012

Romantic Break-up



       O fim de um relacionamento amoroso muitas vezes é acompanhado de tristeza, brigas, acusações, traumas, bebedeiras deprês e outras coisas ruins do tipo. Mas também há aquelas vezes que tudo termina “bem”, onde o casal tem uma conversa e entram em um acordo ao imaginar o que é melhor para os dois, neste caso, o fim do namoro, noivado e etc.
       Essa ocasião, o término, geralmente é planejada (segundo minha vasta experiência de ombro amigo nessas horas). Não no sentido calculista e frio, mas sim no sentido onde a pessoa que vai ter a iniciativa dessa  “conversa”, tentará planejar o melhor momento, lugar e principalmente como fazer para que tudo termine bem.
       Obviamente, esse triste momento ( mesmo sendo para a possível felicidade) contrapõe com o início de um relacionamento, onde o romantismo está presente de maneira muitas  vezes até exagerada. Obs: Essa semana ouvi dizer que o amor é brega. Se não for brega não é amor. Eu sou breguíssimo...bem, isso não vem ao caso.Enfim...
       Dois estudantes chineses fizeram essa ocasião de uma maneira um tanto inusitada. Xu Minyu e Xiao Ying terminaram o namoro de 4 anos de maneira romantica e pública. Minyu foi até a  sua namorada, carregando um buquê de rosas, ajoelhou-se e pediu o fim do relacionamento. Assim como  uma proposta de casamento, a multidão gritou: "Diga sim, diga sim", e depois do silêncio, Xiao Ying aceitou as flores e a proposta.

Até onde vai o seu romantismo?