Páginas

Mostrando postagens com marcador Doppelgänger. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Doppelgänger. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Perguntas que eu me fiz, decisões que eu nunca quis [...]



  1. Você já se sentiu uma farsa?
  2. O que/quem você parece ser?
  3. O que para você te define como você?
  4. O que você acha que, para os outros, te define como você?
  5. Como você acha que as pessoas te vem?
  6. Que impressão você quer causar?
  7. Quanto esforço você emprega buscando controlar a imagem que os outros tem de você?
  8. Qual parte sua você gostaria de manter em segredo?
  9. O que você tem faz parte de quem você é?
  10. Algo fora de você é uma extensão de ti?
  11. E se você fosse o Chullachaqui / Doppelganger (o oco, o duplo)? O que isso explicaria?
  12. Fora os pés, como te diferenciar do Chullachaqui / Doppelganger?
  13. Quem é você?

domingo, 16 de outubro de 2016

O Teatro e seu Triplo



(manifesto para uma primeira (ins)piração.)

Estamos em busca de um teatro que possa tocar a vida.
Um teatro com frescor, que aborde as políticas cotidianas dos encontros, as assembleias desburocratizadas com regras ainda desconhecidas por todos. Em busca de campos expandidos.

Refazer os formatos em tempos de crises político/existenciais!
A atriz (agonista) que recebe as participantes (ex-espectadoras) e que vai de encontro com o risco, à aventura e com o desconhecido. Em oposição à autoridade, dignidade e o prestígio que os artistas tanto tempo perseguiram como foco de entrada numa classe aristocrática.

Estamos em busca de um teatro que possa tocar a vida.
Em busca de uma pesquisa sobre o mundo que vivemos. Visões sobre um mundo intermediado por gadgets diversos, um mundo pré-ciborgues em que a eugenia bate à porta de maneira assombrosa. Retomamos o corpo e os encontros.
A força elétrica que o teatro provoca no encontro entre os corpos.
Em busca de um espetáculo(?) que joga o jogo da teatralidade, sem os dogmas de fábulas dramatúrgicas para a assistência entediada.
O jogo com o real, a imagem e a imagem da imagem. Os atores, os participantes e o oco do ator. O oco do oco contemporâneo. Numa sociedade onde o simulacro já está completamente assimilado, o teatro que transcenda a ilusão da ilusão sem sentido.  O teatro e seu triplo jogo.
Retomar o sentir!

Estamos em busca de um teatro que possa tocar a vida.
Se os aparelhos auxiliam a vida eles a modificam também de forma irreversível.
O drama histórico não acompanhou isto e agoniza em suas próprias neuroses.
O design de si mesmo das redes é o mote para os Chullachaquis que percorrem o mundo virtual,  Os Doppelgänger Zumbis que interagem entre si como se fossem reais, mas que modificam nossos corpos e formatos de vivência. Nossa sociedade ocidental teve que dar a volta pra perceber que muitos pensamentos indígenas são mais avançados que as mais avançadas das mais avançadas das tecnologias...
O “divíduo” se interpõe ao indivíduo e ao sujeito. Podemos ser muitas ou nenhuma. Modificam o teatro e seu duplo social.

Transformar os formatos!
Transtornar os formatos!
Transgredir as sombras das formas de drama que a cultura congelou. Estamos em busca de regras desconhecidas. Formatar nossos HDs e apagar as memórias de regras, dogmas heroicos e metáforas caquéticas de um passado que insiste em se fazer presente, mas que não passam de sombras ocas de um mundo que não existe mais.
Des-formatar.
Virar a página e encontrar uma página em branco, sem linhas, pronta para invenção. Página em branco mas não vazia, página cheia de tudo que já se fez antes. O mago Francis Bacon falava: “Criar uma forma é borrar todas que já estão ali.”

A morte de um teatro que se leva a sério.
Acreditar que está veiculando ideias fantásticas é a pretensão de criadores que insistem em permanecer em seus feudos culturais e intelectuais, excluem a fisicalidade da cena em nome de um dogma ideológico. (“O que a peça quis dizer?”)


Basta de arte fechada, egoísta e pessoal.” dizia o xamã Artaud. O mundo já está abarrotado demais com o teatro do deprimido, é preciso mais!


terça-feira, 11 de outubro de 2016

Doppelgänger


Digita no barrinha do Google 'dopleganger'
Enter
Google corrige a grafia e...
Exibindo resultados para doppelganger 
A primeira coisa que aparece é, lado a lado, uma foto do Obama e de um carinha muito parecido com o Obama.
Que banalidade não é isso que eu preciso. 
Uma definição logo abaixo das fotos...
Doppelgänger é uma lenda germânica que fala da existência de uma criatura, que tem a capacidade de se transformar em um “clone perfeito” da pessoa, uma cópia idêntica, imitando inclusive características emocionais mais profundas.O nome Doppelgängerse originou da fusão das palavras alemãs doppel(significa duplo, ...
Ok, isso já me interessa mais. Clica no link referente a definiçãohttp://www.eutanasiamental.com.br/2013/02/a-lenda-do-doppelganger.html
O banner e título do site passam pouca credibilidade. Processegue a leitura. Muitas fotos de celebridades. Pouco texto. Voltar. Resultados da busca. Nada passa muita credibilidade. Vamos de Wikipedia. Em inglês deve ser mais completo.

Doppelgänger - Wikipedia, the free encyclopedia

https://en.wikipedia.org › wiki › Doppelg...
In fiction and folklore, a doppelgänger or doppelga(e)nger is a look-alike or double of a living person, sometimes portrayed as a paranormal phenomenon, and is usually seen as a harbinger of bad luck. In other  ...

Clica


Doppelgänger




Má sorte, gêmeos do mal, pula a parte da gramática, lê direto a mitologia...

The application by English-speakers of this German word to the paranormal concept is relatively recent; Francis Grose's Provincial Glossary of 1787 included the term fetchinstead, defined as the "apparition of a person living." A best-selling book on paranormal phenomena, Catherine Crowe's The Night-Side of Nature (1848), helped make the German word well-known. However, the concept itself, of alter egos and double spirits, has appeared in the folklore, myths, religious concepts, and traditions of many cultures throughout human history.[3]
In Ancient Egyptian mythology, a ka was a tangible "spirit double" having the same memories and feelings as the person to whom the counterpart belongs. In one Egyptian myth entitled, The Greek Princess, an Egyptian view of the Trojan War, a ka of Helen was used to mislead Paris of Troy, helping to stop the war.[citation needed]
In Norse mythology, a vardøger is a ghostly double who precedes a living person and is seen performing their actions in advance. In Finnish mythology, this is called having an etiäinen, i.e., "a firstcomer".[citation needed]
In Breton mythology as well as in Cornish and Norman French folklore, the doppelgänger is a version of the Ankou, a personification of death.[citation needed]

Agora sim, a presença do mito em outra culturas. Muitas interpretações mais ou menos a mesma ideia.  
Mas ainda nada sobre a origem desse mito específico. O artigo segue. Lê por alto. Não interessa muito .
Digita na barra de busca outro palavra errada. Buscando a origem do Doppelgänger.  
Escolhe um, clica.



6 de jul de 2014 - Perhaps the most well-known reference to spirit doubles or 'alter egos' is the doppelgänger, a word still used today to refer to a person that is physically or behaviourally similar


[http://www.ancient-origins.net/myths-legends/doppelgangers-and-mythology-spirit-doubles-001825?nopaging=1

A mesma imagem do artigo da Wikipédia. Lê por alto, muitos textos iguais. 
O que veio primeiro o ovo ou a galinha?  
Uma informação nova. 
Os Doppelgängers não produzem sombra. E além de serem um mal agouro e poderem significar até a morte eminente, eles podem aparecer para dar conselhos, mas cuidado, esses conselhos podem ser maliciosos. Existe também um risco de plantarem ideias sinistras e causarem grande confusão ao seus equivalentes vivos. Por isso é recomendado que não se comuniquem com seus Doppelgängers.
O artigo segue falando das supostas aparições de Doppelgängers na vida real, e de aparições em obras de ficção.  

Pesquisar:

∞ Egito antigo - Ka
∞ Mitologia Nórdica(?) - vardoger
∞ Mitoliga Finlandesa - etiainen
∞ Ankou
∞ Escócia - trows
∞ Hopi - child of the sun, child of the water
∞ Ahura Mazda e Angra Mainyu




Percy Shelley's drama Prometheus Unbound (1820) contains the following passage in Act I: "Ere Babylon was dust, / The Magus Zoroaster, my dead child, / Met his own image walking in the garden. / That apparition, sole of men, he saw. / For know there are two worlds of life and death: / One that which thou beholdest; but the other / Is underneath the grave, where do inhabit / The shadows of all forms that think and live / Till death unite them and they part no more...."[1