domingo, 9 de outubro de 2016

Domingo




Sunday

Nothing remains
We could run when the rain slows
Look for the cars or signs of life
Where the heat goes
Look for the drifters
We should crawl under the bracken
Look for the shafts of light
On the road where the heat goes
Everything has changed
For in truth, it's the beginning of nothing
And nothing has changed
Everything has changed
For in truth, it's the beginning of an end
And nothing has changed
Everything has changed
1st voice (Not chanting):
In your fear
Of what we have become
Take to the fire
Now we must burn
All that we are
Rise together
Through these clouds
As on wings
2nd voice (Chanting):
In your fear
Seek only peace
In your fear
Seek only love
In your fear
Seek only peace
In your fear
Seek only love
In your fear
In your fear
As on wings
This is the trip
And this is the business we take
This is our number
All my trials
Lord, will be remembered

Domingo

Nada sobrou
Podemos correr quando a chuva acalmar
Procurar por carros ou sinais de vida
Pra onde o calor vai
Procure os andarilhos
Rastejemos sob as samambaias
Procuremos pelos raios de luz
Na estrada pra onde o calor vai
Tudo mudou
Pois na verdade, é o começo do nada
E nada mudou
Tudo mudou
Pois na verdade, é o começo de um fim
E nada mudou
Tudo mudou
Primeira voz:
Em teu medo
Do que nós nos tornamos
Leve ao fogo
Agora devemos queimar
Tudo que somos
Se ergue de uma só vez
Através destas nuvens
Como se voássemos
Segunda voz:
Em teu medo
Busque somente a paz
Em teu medo
Busque somente amor
Em teu medo
Busque somente a paz
Em teu medo
Busque somente amor
Em teu medo
Em teu medo
Como se voássemos
Esta é a viagem
E este é o nosso negócio
Este é nosso número
Todos os meus julgamentos
Senhor, serão lembrados
















No filme dirigido por Caetano Veloso (1986) O cinema falado, Antonio Cícero diz:
.
.
Eu sei o que você quer. Eu sei que você representa. Você quer apagar os limites que constituem a sua singularidade imensurável. Essa ilusão doentia de crescer em todas as direções, de vagamente encontrar-se em tudo aquilo que você não é, ou melhor, em tudo aquilo que não é você. Você utiliza a excessiva variedade frouxa, a diversidade complacente em que se tornou a vida nas cidades para fazer de si mesmo uma festa de indefinição e provisoriedade. Você quer ser e não ser e não há questão. Isso é o que você quer. 

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