quarta-feira, 4 de abril de 2012

É festa!



Uma ocasião, um evento, uma comemoração, celebração, uma obrigação social. Uma oportunidade? 
Tudo começa com uma motivação, mesmo que inconsciente. É a força dessa motivação que torna a festa mais ou menos memorável. E quando digo motivação, não quero dizer objetivo, me refiro aquela pulsão -solidão, tédio, coração partido, tesão reprimido, etc- que aliada ao fator "alteração de conciencia" e ao fator "a noite todos os gatos são pardos", torna a festa essa situação tão repleta de PH - ou Potencial de História. E como esses alguens de teatro gostam de uma boa historia para contar. 
E de repente você se vê possuida por esses em posse desses três fatores em níveis perigosos. A bebida começa a melar a mão, a cair no decote e você sorri sozinha em um canto quando se dá conta que já nem liga mais. Tá de noite, as coisas tomam outras proporções quando escurece. E você quer ir um passo mais longe. Se testar, de repente usar essa chance para descobrir até onde você consegue chegar e aproveitar para fazer aquilo que, de dia e sóbrio, você nunca faria. E a partir daí a coisa pode ter os mais variados desfechos. Para bem ou para o mal. A coisa pode inclusive ultrapassar o PH, e virar algo que você só vai contar para aqueles poucos  mais íntimos, não vai entrar para a lista de boas historias para mesa de bar. Bom, na verdade, talvez possa ser contado em cena... 





PS: ESSE ERA P/ SER UM POST DA KARINE MAS POR MOTIVOS PESSOAIS HOJE ELE É MEU.

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