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quarta-feira, 27 de junho de 2012

Big Festa (Blaster, Mega, Ultra, etc.)


Informações - Minha Festa

Decoração: Não consta
Convidados: Fernanda Alpino e Ana Luisa Quintas 
Local: Casa do Meu Namorado e da Deborah
Bebidas: Cachaça, Ypioca e 1 cerveja. 
Atrativos: Álcool!

O início:







O fim:









O meio:




As fotos da festa ficaram incríveis, confira:

http://www.facebook.com/media/set/?set=a.408077772577960.118760.100001272211783&type=3



terça-feira, 26 de junho de 2012

Relações de Amor de festa


Não vou negar que tá difícil falar sobre isso. Talvez o clima ou o tanto de coisa que daria pra falar, ou se a tentativa de ser complexo ao invés de simples. Tentar  ser inteligente, ao invés de verdadeiro. To passando a mão na cara meio oleosa tentando relaxar. Acabei de voltar da dentista (A Mama) e metade da minha cabeça eu não sinto. Nem sei se deveria estar tomando gelado.
Enfim, eu estou aqui com umas anotações sobre a festa que rolou gente num bloquinho rosa. Nele falei um pouco do que tava pensando, e muito do que eu estava achando. Um saco. Não quero ficar achando nada. Talvez encontrar as coisas, mas continuar não tendo certeza nenhuma.
Fui que fui todo todo. Tava com saudade dos velhos tempos. Música! Música boa! Amigos! Aqueles amigos! Todos nós um pouco mais maduros, civilizados, “politicalizados” – elegantes e com os cigarros sempre acesos – as mesmas pessoas. Lamentei um pouco comigo a distância. Mas logo me conformava com a vida real.

Odeio pensar de mais pra falar.

A FESTA no Bar Raízes, última sexta, 22 de junho de 2012, pra mim, foi ver e ouvir meu amigos no Quarto da Bia. Como já tinha mesmo que ir a uma festa por causa do POST FESTAS, esse programa que já estava planejado, uniu o ótimo ao divertido (qual é qual, nem eu sei).

Fiz uns vídeos! Algumas partes ficaram bem legais. Queria botar todos, mas de última hora tentei editar no Premiere Pro e me fudi. Acabo, neste segundo, de botar um dos vídeos não editados. São exatamente 16h49. Se não tiver vídeo deste show do Quarto da Bia, é porque não deu tempo. 

O primeiro show foi o Véia Tônha & Os 22 no doubt. Bem empolgante. No meu ponto de vista leigo, parecia Rock-Rlgo com um toque de Mangue Beat. Músicas de autoria. O baterista, que disse pra mim que fizemos cursinho juntos, era muito bom de ver. Muita empolgação com apito na boca! Haha. Gostei muito. Minha câmera ainda estava carregando na hora do show deles
Foto da banda que eu não sei se é tirada por eles, mas gostei muito.

Essa foto achei no facebook deles:Véia Tônha & Os 22 no doubt
Depois foi o Molécula Tônica. Já tinha visto uma vez só há muito tempo no Blackout Bar. Era assim que se chamava, ou se chama? Clube da ACEF. Eita, minha memória tá ruim. Enfim, onde rola o Quinto e a Play. Lembrava deles tocando Skank com um trio de metais muito bem afinados e o vocalista elegante. Depois de uns 4 anos, não conhecia nenhuma música. Ou seja, acho que só músicas próprias. Gosto muito. Estilo sofisticado, com muito charme, exato. Maduros, muito maduros pareciam.

Ensaio elegante


Facebook da banda: Molécula Tônica


Charmosas tietes. As Corujas Maternais
Por último, o Quarto da Bia, acompanhados com a charmosa tietagem de algumas Corujas Maternais. Um baterista que eu não conheço ainda, nem sei o nome também. Neguinho passou muito tempo a procura de um baterista que preste e/ou que queria fazer parte. O som estava melhor que antes, arranjos tão complexos como antes, o rock’n'roll ainda mais divertido. Acho que performatividade e estética figurinística também são muito importantes. Tenho uma relação de amor. É muito pessoal. Via o início da amizade. As coisas acontecendo. E parei no tempo.

Mais um dia legal
2007
Devia estar falando sobre a festa, o evento que aconteceu no Bar Raízes. Mas a minha festa reverberou de lá pra festa que foi ficar lembrando. Revendo fotos e vídeos. Lá em 2006, 2007 e 2008. As festas eram no meio das superquadras e na casa do Chico. Chico de Bulhões! Muitas ligações.  E era música pra tudo que é lado. Pra tudo que é cima e baixo. Meu ouvido aprendeu muito. Parecia que todo mundo era gênio. Pensava... “A gente é muito legal!” haha. Ficava tirando fotos e registrar tudo daquele final de adolescência majestoso.

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Bulugunza. Tentando formar um movimento
 
VER O MUNDO EM CORES DEVE SER BEM, VER O MUNDO EM CORES DEVE SER BEM, VER O MUNDO EM CORES DEVE SER BEM, BEM, BEM, BEM, BEM, BEM, BEM, BEM MELHOR


Poderia botar aqui centenas de pérolas daqueles tempos. Mas não vou. Só algumas, porque não consigo deixar de botar. Botei e espalhei. 



FESTA DOS "BONS TEMPOS".



segunda-feira, 25 de junho de 2012

Fist festa

Br Tarde Sol Sabado Cerveja Claro (cordeluzfaltadecor) Cachaça (china-pequi) A aditivada B f Absinto Catuaba Ruido/perseguisão/ música Tédio ... B ef Tv Ritual (análise) Preto Água Resultado de pesquisa satisfatório por ações terceiras F Com erro


domingo, 24 de junho de 2012

Mobamba – Jongo, festa e beleza


Edição festas do blog do Liquidificador. Cada integrante do grupo deve ir à uma festa e analisa-la da forma que achar melhor.

Decidi falar neste post sobre o Mobamba. O que é Mobamba? É um grupo de teatro-dança-festa-música que vem fazendo samba por toda a cidade.  Falar sobre samba? Tá bom, me rendo ao espetáculo que assisti. Chego no Varjão e começo a procurar o local onde seria a apresentação. Vou guiando o carro para todos os locais que estão mais iluminados na noite, “não, ali é uma igreja”, outra luz, “não, ali é uma igreja”, opa, ali, uma luz um pouco mais colorida. Chegamos. “Não, ali é um botequinho de forró safado”, ali, ali, outra luz colorida e música! “Não outro boteco!” O Varjão está tomado por antros de perdição por todos os lados! As igrejas e os bares disputam espaço a todo custo. Teve até o camarada que abriu o porta-malas do carro, colorido de neons pra concorrer com os cânticos fervorosos da igreja ao lado! Realmente uma guerra de perdições.

Até que encontro o galpão onde acontecerá a festa, ou seria a peça? Não, essa é uma peça mesmo, que tem hora de acabar, mas acaba num sambão da unidos do Varjão. Fiquei feliz ao entrar num local tão bem ambientado, com cores e sons e santos e velas e mesas e mulheres bonitas pra todos os lados. Os atores dançam, cantam, atuam num círculo vermelho que mais me parece uma festa das moças logo de cara. Aos poucos vai se desenrolando uma história e brincadeiras sambadas e cantadas, que divertem o público de uma maneira mais legal do que a maioria das peças chatas e quadradas que costumamos assistir. O clima de buteco/terreiro de ar sapatônico é coroado com um lindo beijo lésbico com duas lindas mulheres, duas moças que estão com presenças cênicas dignas de possessão. O magnestismo Tutiano e Luariano são destaques. Sorrisos, choros, orgasmos, sons orgiásticos... água, muita água numa lindíssima e excitante cena da liquidificada Fee, pena que o ultra-romântico não terá esta cena, é vibrante!









Outra cena que me ganha é quando chamam o público pra participar de um sambinha, ao som de caixinhas de fósforo e risadas sem graça tentando utilizar o instrumento. Não ignoram o público ao seu redor. Algumas cenas estranhas e que ainda não funcionam pelo pouco tempo de “quilometragem” da peça junto ao público. E finalmente a festa! Entram @s passistas, mestre sala e porta bandeira, o público é chamado para o centro e só entram os menos tímidos. Atores e público se misturam. “come solto” o sambão quadrado da Brasília. É uma festa!  A gente vê no sorriso do público ao sair, a satisfação de ter participado de uma experiência, de ter levado algo pra casa além de uma caixinha de fósforos. O ritmo que leva o público a pensar que não é tão chato assim ir ao teatro, que tem sangue e suor pulsando mais vivo que os 3Ds cinematográficos. Mas o Mobamba acaba cedo, são só três músicas de bis, e vai embora logo, só mais um final de semana...Faltou mesmo uma cachacinha ou um frango a passarinho pra passar o resto da madrugada batendo papo e gozando na vida pra gozar no palco.