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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Cocaína, as coisas mudam.







Pequena carta a Bob Dylan:

"Sempre fui apaixonada por você. Obrigada por ter me libertado das amarras psicoburguesas dos consultórios de psicologia. Lembro exatamente do dia que te ouvi demais e tive que parar pra ir para a terapia. Estava na parada de onibus, fumando um cigarro de menta ruim e pensando "que merda é essa?". Sentei e escrevi a minha demissão daquele mundo de auto-ajuda, busca insana por felicidade e cura, onde você acaba caindo em um buraco de tentativas de auto resoluções e continua vivendo a mesma merda de vida de sempre. Sempre em busca de algo melhor do que aquilo que já se é. Sempre melhor. que porra é essa. rs. Você me causou uma perda de ilusão e eu te agradeço por isso. Acho que a psicologa levou a mal, pensou que eu estava debochando dela, coitada. Obrigada por seguir vivendo. Meu amor por você é ultra-romantico. Nos vemos dia 17.

Muito love muita paxion,

Karine Ribeiro, 29 de fevereiro de 2012."


Escutem: http://grooveshark.com/#!/search?q=bob+dylan

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Cadernos - Diário de Bordo

Nós do Grupo Liquidificador estamos na primeira fase da criação do espetáculo Ultra-Romântico (ou Ultraromântico, ou Ultra Romântico). Ou pode ser o segundo, levando em conta todo o trabalho (árduo) de escrever um projeto que fosse contemplado por apoios financeiros e promocionais, propagandistas. Toda uma burocracia para sobreviver, para um espetáculo nascer.
Voltando à primeira (ou segunda) fase da criação do espetáculo, creio ser muito importante cada momento ser registrado. Além de registrar com fotos, vídeos, gravações de áudio, é muito importante a presença do DIÁRIO DE BORDO. Eu acho magnífico. Ele registra coisas além do que são reais, porque vem do nosso ponto de vista... E nem sempre o nosso ponto de vista particular é carregado de realidade... Bastante, magistralmente, colossalmente, carregado de informações lunáticas, subliminarmente subjetivas... Legais.
O diário de bordo é livre. Podemos fazer o que quiser com ele. E no final, ele pode acabar se tornando uma obra de arte. Uma peça rara que contém material vivo e lúdico sobre um espetáculo teatral, ou qualquer obra de arte. E aconselho.

Essa é a capa do meu DIÁRIO DE BORDO

Google Imagens: Diário de Bordo
Escolha uma


Mudando de assunto, semana passada eu falei sobre Fanzine no post SOFRIMENTO. Antes desse post, numa assembléia sobre o FAC (UAU!), fiz um fanzine. É a primeira edição semanal de fanzines LIQUIDIFICADOR sobre o Grupo e sobre o mundo que arrudeia. Como li em alguma lugar... "Feito por Punks, para os Punks". Que seja. Ainda me aperfeiçoarei e vai ficar mais bonitinho. Edição n°1. Uma notícia, um quadrinho.


Essas coisinhas bacanas punk-pops. Leiam "A Filosofia do Punk", de Craig O'Hana




Outras alegrias que têm influenciado o meu meio ambiente: Di Melo. Pesquisa youtube:Di Melo

PS: Essa noite sonhei que estava numa reuniãozinha noturna tranquila num apErtamento da 707 norte com Ângela Rô Rô e Tim Maia. Eu pedia pra eles cantarem e a Ângela ficava com vergonha. O Tim mandou eu aprender a psicografar... Eu tentei escrever exatamente uma frase que ele tava falando pra gente treinar, mas eu fui muito devagar e n]ao consegui pegar toda a informação. Sonho cult sebento.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Estudo Sobre o Vermelho


domingo, 26 de fevereiro de 2012

MINIMAL


Faça você mesmo sua música. 
E perca muito tempo com este brinquedo viciante.
 

  


Minimal Techno ou simplesmente Minimal é um estilo de música eletrônica, geralmente considerado como o sub-gênero minimalista derivado do techno. É caracterizado pela repetição de batidas e sons, ou seja, pelo uso de um minimo de elementos de composição. Normalmente associado a sons de origem organica, como pulsação, canto de passaros ou quais quer elementos sonoros repetitivos. A música minimalista tem por objetivo desnudar tudo aquilo que nao é necessário para sua composição, desse modo a música originada dessa vertente de e-music é constante e pulsante, vai sendo criada e recriada diversas vezes dentro do mesmo "seth" musical até se chegar a um apogeu musical no qual os sons torna-se hipnoticos e induzem o ouvinte a níveis de cordenação motora distintos de outros tipos de música eletronica, considerada também uma das vertentes de baixos BPM's mais indutivas a estagios de hipnose, se aproxima muito do trip-hop.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.



Ai vai uma versão mais elaborada do brinquedo. Chama-se TENORI-ON.